Barra Funda vence a Copa Metropolitana

Copa Metropolitana fechou o ano social e esportivo da APADEP, na última terça-feira, dia 17 de dezembro, com o plantel da Barra Funda levantando a segunda taça do ano! Depois de ganhar a Supercopa, o time venceu a equipe do Interior por 5 a 3 na final da Metropolitana. Uma das novidades foi exatamente a participação muito bem-vinda do time do interior pela primeira vez no campeonato regional. A outra foi a inusitada decisão de um dos embates por meio de um tradicional “cara ou coroa?”.

O campeonato reuniu quatro times (Barra Funda, Guarulhos, Grandíssimos do ABC e Interior). As partidas foram disputadas, mas o resultado mais emocionante foi a disputa de pênaltis entre ABC x Interior, que terminou em 12 a 12 e foi decidida na sorte, por moeda, em favor do Interior. O jogo entre Barra Funda e Guarulhos também foi bem pegado e terminou em 4 a 3 para o time da capital.

A APADEP recomenda que os jogadores não se descuidem no período da pré-temporada, porque em 2020 tem mais!

Vídeos: https://youtu.be/XAPnQs8ziX8 e https://youtu.be/q48RqT84p3c

 

UM CAMPEÃO DE LUXO NO PRIMEIRO LUSTRO DA SUPERCOPA!

A V Supercopa dos Campeões da Apadep aconteceu. O torneio que começou em 2015 com 9 (nove) times resiste ao tempo e, em que pese a diminuição das equipes, se mantém como o principal campeonato entre Defensores Públicos do mundo! Não é pouco. E para um torneio dessa envergadura, nada melhor que um título da Maior Regional do Universo. Parabéns, Barra Funda, legítima campeã!

UM CAMPEÃO, UM VICE E UM TIME DE GUERREIROS

A V Supercopa dos Campeões da APADEP tem um campeão apenas, a Regional Criminal. Mas se não fosse o esforço de Fábio Sorge, capitão do Time do Interior, o torneio não aconteceria.

Nada mais simbólico que o esforço de um dos fundadores do campeonato para que um time venha à tona. A Supercopa que já consagrou grandes goleiros e artilheiros, nesta edição passa a louvar o esforço de verdadeiros guerreiros que são importantes em campo e mais ainda fora dele, permitindo que a festa não pare e o show continue.

O título é incontestável, mas a presença de cada um dos atletas foi muito mais importante que a taça. São jogadores que mantêm o sonho de 2015 vivo. Parabéns aos guerreiros do interior!

Os destaques são os atletas que carregam o piano e a Supercopa nas costas. Vamos a eles.

 

Um Campeão Incontestável

Depois do vice em 2018, a Regional Criminal alcança o título

Foram duas vitórias incontestáveis. 4 x 1 no primeiro jogo contra o Interior e 3 x 0 contra o grande rival ABCD na final. Taça e todos os prêmios individuais vão para o Time do Crime.

Destaque para Rafael Negreiros, o incansável, ex “fôlego de gato” e atualmente pulmão de todos os times por onde passou. Presente desde a primeira edição, Negreiros virou um papa títulos, “fede à taça”.

O segundo destaque é Mateus Moro. Foi lesionado até Campinas para erguer mais um troféu. A próxima lesão sem dúvida alguma será no ombro, de tantas taças que já ergueu: em Santos, em Guarulhos, na Barra Funda, tudo que toca vira ouro. É o Midas do Futebol.

A regra é clara: quer ser campeão? Chama Mateus e Negreiros que o título vem!

 

Tem coisas que só acontecem com o ABCD

Três vices em Cinco Supercopas tornam os Grandíssimos o segundo maior vice do mundo 

Um gol de rebatida que encobriu o goleiro Tiago Cury e um gol contra resumem a atuação do ABCD na final. Tem coisas que só acontecem com os Grandíssimos do ABCDM.

Depois de uma vitória magra no primeiro jogo contra o time do interior, na final deu tudo errado. O melhor jogador do time até então, João Paulo, foi autor de um gol contra. Isso diz muito sobre o que o ABCD mais precisa: proteção divina.

Os destaques são João Paulo que, mesmo com o gol contra, foi um dos melhores atletas do torneio e Felipe Capra “Cadabra”, o bruxo, com uma volta em grande estilo. Em apenas um lance Felipe quase mudou a história do jogo, provando que se estivesse bem fisicamente o título viria.

Os operários se preparam para mais um vice em dezembro, na Copa Metropolitana

 

Time de Guerreiros

Montado às pressas, time do interior faz um papel digno e cria o Prêmio Elthon

 

Qualquer coisa que se diga da atuação do Time do Interior será pouco para louvar esses craques.

As duas derrotas não representam o que foi a atuação da equipe, que poderia ter se saído muito melhor não fosse, como disse o mestre de cerimônias Rafael Galatti, “um dia ruim” de Augusto.

O goleiro da equipe falhou muito e acabou com qualquer pretensão maior. Mas as falhas não encobrem o gol mais bonito da rodada, do atleta Elthon, guardando um balaço do meio campo, chute de rara felicidade.

O gol foi tão espetacular que ensejou a idéia de criar o “Prêmio Elthon” para consagrar atletas que marquem belos gols nos próximos torneios.

Recompensou a formação e a bela atuação da equipe. Guerreiros!

 

Em dezembro, Grandíssimos e Barra Funda voltam a campo para jogar o V Torneio Metropolitano. Guarulhos estará de volta e podemos ter uma surpresa: um selecionado do interior. Será que a metropolitana terá seu primeiro time de fora?  Acompanhe os informativos da APADEP e faça como sua regional: não perca!

INTERCONCURSOS APADEP! MAIOR QUE A SUPERCOPA?

O 1º Interconcursos entrou mesmo para a história do futebol da Defensoria! O primeiro time a colocar o nome na placa do troféu foi o III Concurso que atropelou os adversários, mesmo sem reservas e debaixo do sol escaldante. O plantel de 2009 ficou com o melhor ataque, melhor defesa, chuteira de ouro, luva de ouro, invencibilidade e a taça de campeão.

Além da gigantesca festa em torno do campeonato, com churrasco, música e muito chopp, o torneio em si trouxe de volta velhas rivalidades, disputas emocionantes, boas histórias e 5 (cinco) grandes times, todos com chance de ser campeão. Se na Supercopa em Brotas tivemos apenas 4 (quatro) esquadrões, dá para dizer que o Interconcursos colocou em xeque o maior torneio da carreira e em apenas um dia conseguiu proporcionar divertidas histórias, com grandes personagens e uma final épica. Só o tempo irá dizer se um substituirá o outro, mas o desempenho dos times, que passamos a analisar agora, traz esse questionamento.

 

VÔZÃO CAMPEÃO E QUATRO TIMES MARAVILHOSOS!

 

A APADEP acertou alguns palpites e errou outros, mas são os erros que mostram como os campeonatos entre Defensores são surpreendentes e imprevisíveis.

A seguir, um pequeno resumo de tudo que aconteceu. Impossível descrever todos os detalhes, quem foi sabe que muito mais aconteceu, mas quem não foi terá pelo menos uma ideia do que ocorreu em 13 de abril, nesse dia inesquecível, em Jundiaí, durante a comemoração de 13 anos da APADEP.

 

Velhinhos e Furiosos!

III Concurso é campeão com experiência e ótimo futebol

 

Não tem o que discutir: melhor ataque, melhor defesa, chuteira de ouro, luva de ouro, invencibilidade e a taça de campeão. O III concurso atropelou os adversários, mesmo sem reservas e debaixo do sol escaldante.

André Gazal “fede a gol”, Kaká e Leandro acertaram o time e Galati foi o “Deus da Raça”. Mas Mateus Moro, com um gol impressionante no jogo contra o IV concurso, foi o destaque do dia, controlando a partida e ditando o ritmo.

Faltou alguém? Calma que temos outros destaques.

Destaque positivo: “ponte que caiu, ele é o melhor goleiro do Brasil, CAPRA”. Ele já foi o mágico Capra Cadabra, agora é luva de ouro. Qual o limite para esse homem? Operou milagres e foi frio como um iceberg debaixo das traves. Como se isso não bastasse, ainda levou aos gramados um lindo penteado rockabilly. Que homem!

Destaque negativo: catimba. O choro é livre e não tem como discutir o título do terceiro concurso. Mas os adversários reclamaram da excessiva cera dos vovôs: chutaram bola no lago, simularam faltas, pediram atendimento médico para o goleiro. Foi um festival de futebol argentino anos 80.

O que é isso, rapaz? Talvez a cena mais inusitada dos campeonatos. Após uma discussão entre Mateus Moro e Danilo Caetano, o juiz se aproximou para aplicar os cartões. Rafael Galatti foi até o árbitro e disse “pode expulsar o Danilo, mas não dá pra expulsar meu jogador porque não temos reservas”. Resultado: vermelho para Danilo, amarelo para Mateus.

 

Vice de Novo!

Segundo lugar do VII estigmatiza atletas

Ué, mas não foi o 1º Interconcursos? Como assim “de novo”? Pois é, o VII concurso é marcado por jogadores que chegam na final, mas não levantam a taça.

Leozinho, Borelli, Thiago Goes, Caio Pokemon já são especialistas em ficar em segundo. O símbolo do time, ao invés de Flamingo, poderia ser o surfista prateado.

A campanha foi boa, uma goleada contra o VI concurso e um empate contra o V. Na final, a juventude pesou e o time não soube vencer. O mais importante, como já preconizava a APADEP, foi ganhar rodagem.

Destaque positivo: “1, 2, 3, coloca o japonês”, gritava a torcida do VII toda vez que Gabriel Kenji ia parar no banco. Sua velocidade, técnica e segurança levaram o time até a final. Menção honrosa para Paulo “Dibre”, que justificou o apelido e fez o melhor “dibre” do campeonato.

Destaque negativo: o uniforme. Era algo tão feio, mas tão feio, que chegava a ser bonito. Parabéns aos estilistas da equipe, nunca esqueceremos esse momento trágico.

O que é isso, rapaz? Na final, Rafael “loco” Borelli mostrou porque é louco: discutiu com duas crianças na beira do gramado e fez dancinhas comemorativas quando seu time encostou no placar. As crianças estão bem.

 

APADEP acertou na mosca

Mais um “quase” para o time do quase

 

IV concurso 02

O palpite da APADEP foi “mais justo que a calça do Augusto”: o IV concurso não passou vergonha e também não foi campeão.

Uma campanha com uma vitória e uma derrota, um bom jogo e outro mais ou menos. Jonas foi bem, o presidente Augusto pegou muito e Douglas foi artilheiro no primeiro jogo. Mas no segundo jogo o time caiu demais e mais uma vez Bruno “quase gol” Parise decepcionou.

Destaque positivo: Daniel Mobley. Jogou bem? Mais ou menos. Mas é pai de gêmeos e teve que viajar até o Rio de Janeiro para deixar a esposa e as crianças com seus pais e do Rio foi até Jundiaí para defender o IV concurso. DOZE HORAS DIRIGINDO, entre as 6 da tarde de sexta e as 6 da manhã de sábado. Épico!

Destaque negativo: ele, sempre ele, Danilo Caetano. Foi expulso de forma infantil e prejudicou seu time no melhor momento da partida. Já não é a primeira vez e pelo visto não será a última.

O que é isso, rapaz? Guilherme Mineiro implorou para ser expulso. Pediu para tomar cartão e foi sumariamente ignorado pelo juiz. A certa altura o árbitro disse “você quer ir tomar chopp gelado, não é malandro? Vai ficar aí no sol quente, não te expulso de jeito nenhum”. E não expulsou mesmo.

 

Que decepção!

Favoritaço ao título, V concurso fica pelo caminho

 

 

Aqui a APADEP errou feio, errou rude. O V concurso, franco favorito ao título, não subiu nem no pódio. A culpa é de quem?

Difícil apontar um responsável, mas o gramado fofo (um pasto!) prejudicou muito um time que joga com a bola no pé. Juliano não conseguiu correr e os passes não saíam como nos treinos. Foi uma lástima.

Fica agora a expectativa por uma melhor atuação em 2020, pois material humano não falta.

Destaque positivo: Edgar, um dos goleiros mais tranqüilos da carreira, novamente teve uma participação discreta. E isso é bom? No caso dele, sim, pois é um verdadeiro “Dida” da Defensoria, pouco espalhafatoso e muito eficiente. Pegou todas as possíveis e deu serenidade ao time.

Destaque negativo: disputa pela faixa de capitão. Bruno (Campinas), João (Barra Funda) e Filipe (Guarulhos) são capitães de suas regionais na Supercopa. Na reunião do time do V, ninguém sabia quem lideraria a equipe. Resultado: o barco ficou à deriva.

O que é isso rapaz? Antes de começar o jogo, Bruno decidiu que o time jogaria numa formação defensiva, com quatro jogadores atrás e Juliano na condição de Robinson Crusoé no ataque. Diogo discordou e disse que deveriam entrar com o quadrado mágico (ele, Monzani, Juliano e Bruno) tendo apenas Rafael Poliglota atrás, dando espetáculo. Venceu Diogo, perdeu o time.

 

Campeão moral!

VI concurso coloca o time em campo e emociona a torcida

Foi lindo quando eles entraram em campo. Um bonito uniforme com um belo cão vagabundo no peito. Era apenas essa a meta deles: estar no gramado.

Os heróis sem capa do sexto concurso ainda trouxeram de volta Danilo, o Aranha Negra. Não dá para descrever a emoção de ver aquele uniforme preto de volta e aqueles garotos do sexto correndo alegres pelo campo.

O resultado pouco importa, se o torneio aconteceu, eles são os principais responsáveis. Sem esse time maravilhoso, teríamos apenas mais um jogo de playball. Obrigado, mitos!

Destaque positivo: Professor Júlio. Dedicado às aulas, ministrou seu curso pela manhã, foi até Jundiaí, voltou para a capital e fez o Dia “D”. Se no campo seu desempenho não foi espetacular, na aula acertou simplesmente 84 das 88 questões que seriam aplicadas no domingo. É o Walter Mercado da carreira.

Destaque negativo: Giancarlo “da Maromba”. Decepcionou na hora de draft, deixando de lado Kaká por acreditar que o craque do litoral estava em fim de carreira. Já no primeiro jogo foi massacrado pelo artilheiro litorâneo e aprendeu que com draftado não se brinca.

O que é isso, rapaz? Teve até mala branca no torneio. Na última partida, dependendo do VI concurso para ir à final, um representante famoso do IV concurso ofereceu duas caixas de Skol beats para outro famoso integrante do sexto concurso, que ama a bebida em tela. O resultado não veio e só sobrou ao garoto do sexto o chopp artesanal de Jundiaí.

 

Súmulas – Interconcursos

1º INTERCONCURSOS: O FUTURO NÃO VAI REPETIR O PASSADO! XÔ, PONTOS CORRIDOS!

A festa de aniversário da APADEP em Jundiaí receberá o histórico primeiro campeonato de futebol entre os concursos de ingresso, neste dia 13 de abril. Com cinco times na disputa, a fórmula não será a (chatérrima) que se viu em Campinas, no ano de 2017, na III Supercopa dos Campeões: chega de pontos corridos! No estilo “Florida Cup”, todo jogo vai ser tudo ou nada.

Quem será o primeiro a colocar as mãos e o nome na placa do troféu do 1º Interconcursos Apadep?

troféu

CINCO TIMES E UMA PERGUNTA: GANHA A EXPERIÊNCIA DOS PRIMEIROS CONCURSOS OU A JUVENTUDE DOS MAIS RECENTES?

 

O I Interconcursos promete ser um marco na carreira. A rivalidade gerada pela Supercopa entre as Regionais ganha um novo corpo, uma nova roupagem, aliando velhos rivais e separando grandes parceiros.

Quer exemplos? Então vamos lá. Lembra daquela disputa entre Galatti e Gazal que gerou a expulsão do atleta do ABCD em 2017? Agora eles estão juntos para defender o III concurso. E aquela antiga parceria do time de Campinas entre Fábio “Beca Surrada” Sorge e Bruno Scrignoli? Acabou, um vai defender o VI concurso (draft) e o outro estará com a camisa do quinto.

Entre separações e uniões, saiu ganhando o V Concurso, pois tem a base da Regional Guarulhos (Filipe, Gustavo Monzani, Juliano) e ainda somou ótimos valores como Diogo, da Regional ABCD e o grande goleiro Edgar, com uma história muito ligada à Regional Campinas.

Mas nem sempre o favorito levanta a taça. Veja então quem é quem e, enquanto vê boas partidas e come um belo churrasco texano, faça sua festa na torcida.

 

III Concurso é o Vôzão da carreira!

Esse “asilo de loucos” tem as maiores figuras da carreira

Quando a Apadep viu a lista dos jogadores que vão representar o III Concurso, ninguém teve dúvida em exclamar: são os Vovôs do campeonato.

Não bastasse ser o concurso mais antigo na disputa, ainda se reforçaram com jogadores do I e II concurso no draft. Ou seja, ao invés de tentar rejuvenescer o time, aumentaram a média de idade. Coisa de maluco…

“Ah, entendi, eles são o saco de pancada”. Se pensou isso, temos duas conclusões pra você: 1) respeita o estatuto do idoso; 2) você não conhece esses velhinhos.

Olha essa lista de respeito: Leandro “Bicicleta”, Rafael Galati, André Gazal, Felipe Capra “Cadabra”, Carlos (o Kaká do Litoral), Mateus Moro e Rafael Português.

Mudou de ideia?  Então vem com o bonde da terceira idade, os caras vão precisar da sua torcida, de muito Gelol e um pouco de Tandrilax.

 

Palpite da Apadep: é o Mestre Yoda do torneio, pode não ser campeão, mas temos que reverenciar.

 

IV Concurso vem com jeito de Cavalo Paraguaio

A geração do “quase” ganha uma nova chance

O IV concurso não é tão velho, mas também não é jovem. Não têm muitos jogadores ruins, mas também não têm grandes craques. Não são muito conhecidos, mas também não são anônimos.

É a geração do “quase”, representados em grau máximo pela camisa 10, Bruno “quase gol” Parise.

Os convocados são: Danilo Caetano, Fernando “sem cambalacho” Artacho, Douglas “Bob” Basílio, Tiago “luvas de ouro” Cury, Guilherme “Mineiro”, Jonas e Augusto, o “presidente”.

A esperança é ter alguma condescendência da arbitragem, já que contam com o “presidente” no time.

Palpite da Apadep: não vão passar vergonha e nem ser campeões. Mais um ano no quase para todos eles.

 

V Concurso é “O” time a ser batido

A base campeã de Guarulhos vai levar mais uma taça

 

Se tem um time favorito para o título, sem dúvida alguma, é o V concurso. Estão no ápice da forma física e já adquiriram uma experiência relevante nos campeonatos anteriores entre Regionais.

É uma seleção da carreira, a junção daqueles jogadores que se tornaram lendas em suas regionais. A confiança é tanta que o time dispensou o draft. É só quem tomou posse junto e mais ninguém.

Os craques são: João “capitão” Amaral, Gustavo “Honda HRV” Monzani, Bruno “Juninho Pernambucano”, Diogo Almeida, Carlos Hideki, Filipe “Gumex”, Juliano, Edgar, Rafael “El Poliglota” e Elton.

Para o V Concurso, jogar será mera formalidade. Com as arrancadas de Gustavo HRV, a segurança do Poliglota e de Gumex, bem como a velocidade de Juliano, já podem entregar as taças.

Palpite Apadep: vai levantar a taça fácil, só uma hecatombe impede o título do V Concurso.

 

VI Concurso já é campeão moral

Mesmo em dificuldades o VI conseguiu apresentar um time

Parecia que não ia dar. Minutos antes de encerrarem-se as inscrições, o VI concurso tinha dois atletas. Numa última e desesperada tentativa, o líder Giancarlo “da Maromba” Vay intimou outros dois jogadores e conseguiu colocar o VI no draft.

Sorte a deles, pois os reforços são de extrema qualidade, Fábio “Beca Surrada” e Danilo “Aranha Negra”, esse um dos maiores goleiros vivos da carreira. Depois de quase cinco anos, ele volta aos gramados para fechar o gol do VI concurso.

Os outros guerreiros que vão a Jundiaí são: Gustavo “do Rock” Siqueira, Leo Biagioni, Artur Lauandos e “Professor” Júlio.

Palpite da Apadep: pouco importa o resultado, estar em campo para eles já será um título.

 

VII Concurso, os Meninos da Defensoria

No mínimo, vai ter muita correria

 

Os mais jovens, o último concurso, aquele time que estava na Faculdade até ontem. Eis o VII Concurso, sem qualquer experiência mas com muita vontade de vencer.

É mais um time que preferiu não se reforçar no draft, pois há uma fartura de jogadores em todas as posições.

O formato do torneio prejudicou a equipe. A esperança era a manutenção dos pontos corridos e jogos ao meio-dia para privilegiar a parte física. Alegaram serem vítimas de manobras nos bastidores, acusaram o III Concurso de favorecimento, mas a Comissão Julgadora da Apadep arquivou o pedido de revisão do regulamento.

A lista dos garotos: Leozinho “Michael Douglas”, Leo “Canhão” Lima, Caio Pokemon, Rafael Borelli, Fernando Penco, Gabriel Kenji, Raphael “Shrimp”, Paulo “dibre” Schwartz, Roberto Henrique e Thiago “beleza pura” Goes.

 

Palpite Apadep: importante agora é dar rodagem a um time de muito potencial. O título deve vir entre o décimo e vigésimo interconcursos.

 

Curtiu os times? Tá curioso pra saber quem será campeão? Então vem se divertir em Jundiaí e ver essas feras em campo. Faça como a galera do seu concurso: não perca!