INTERCONCURSOS APADEP! MAIOR QUE A SUPERCOPA?

O 1º Interconcursos entrou mesmo para a história do futebol da Defensoria! O primeiro time a colocar o nome na placa do troféu foi o III Concurso que atropelou os adversários, mesmo sem reservas e debaixo do sol escaldante. O plantel de 2009 ficou com o melhor ataque, melhor defesa, chuteira de ouro, luva de ouro, invencibilidade e a taça de campeão.

Além da gigantesca festa em torno do campeonato, com churrasco, música e muito chopp, o torneio em si trouxe de volta velhas rivalidades, disputas emocionantes, boas histórias e 5 (cinco) grandes times, todos com chance de ser campeão. Se na Supercopa em Brotas tivemos apenas 4 (quatro) esquadrões, dá para dizer que o Interconcursos colocou em xeque o maior torneio da carreira e em apenas um dia conseguiu proporcionar divertidas histórias, com grandes personagens e uma final épica. Só o tempo irá dizer se um substituirá o outro, mas o desempenho dos times, que passamos a analisar agora, traz esse questionamento.

 

VÔZÃO CAMPEÃO E QUATRO TIMES MARAVILHOSOS!

 

A APADEP acertou alguns palpites e errou outros, mas são os erros que mostram como os campeonatos entre Defensores são surpreendentes e imprevisíveis.

A seguir, um pequeno resumo de tudo que aconteceu. Impossível descrever todos os detalhes, quem foi sabe que muito mais aconteceu, mas quem não foi terá pelo menos uma ideia do que ocorreu em 13 de abril, nesse dia inesquecível, em Jundiaí, durante a comemoração de 13 anos da APADEP.

 

Velhinhos e Furiosos!

III Concurso é campeão com experiência e ótimo futebol

 

Não tem o que discutir: melhor ataque, melhor defesa, chuteira de ouro, luva de ouro, invencibilidade e a taça de campeão. O III concurso atropelou os adversários, mesmo sem reservas e debaixo do sol escaldante.

André Gazal “fede a gol”, Kaká e Leandro acertaram o time e Galati foi o “Deus da Raça”. Mas Mateus Moro, com um gol impressionante no jogo contra o IV concurso, foi o destaque do dia, controlando a partida e ditando o ritmo.

Faltou alguém? Calma que temos outros destaques.

Destaque positivo: “ponte que caiu, ele é o melhor goleiro do Brasil, CAPRA”. Ele já foi o mágico Capra Cadabra, agora é luva de ouro. Qual o limite para esse homem? Operou milagres e foi frio como um iceberg debaixo das traves. Como se isso não bastasse, ainda levou aos gramados um lindo penteado rockabilly. Que homem!

Destaque negativo: catimba. O choro é livre e não tem como discutir o título do terceiro concurso. Mas os adversários reclamaram da excessiva cera dos vovôs: chutaram bola no lago, simularam faltas, pediram atendimento médico para o goleiro. Foi um festival de futebol argentino anos 80.

O que é isso, rapaz? Talvez a cena mais inusitada dos campeonatos. Após uma discussão entre Mateus Moro e Danilo Caetano, o juiz se aproximou para aplicar os cartões. Rafael Galatti foi até o árbitro e disse “pode expulsar o Danilo, mas não dá pra expulsar meu jogador porque não temos reservas”. Resultado: vermelho para Danilo, amarelo para Mateus.

 

Vice de Novo!

Segundo lugar do VII estigmatiza atletas

Ué, mas não foi o 1º Interconcursos? Como assim “de novo”? Pois é, o VII concurso é marcado por jogadores que chegam na final, mas não levantam a taça.

Leozinho, Borelli, Thiago Goes, Caio Pokemon já são especialistas em ficar em segundo. O símbolo do time, ao invés de Flamingo, poderia ser o surfista prateado.

A campanha foi boa, uma goleada contra o VI concurso e um empate contra o V. Na final, a juventude pesou e o time não soube vencer. O mais importante, como já preconizava a APADEP, foi ganhar rodagem.

Destaque positivo: “1, 2, 3, coloca o japonês”, gritava a torcida do VII toda vez que Gabriel Kenji ia parar no banco. Sua velocidade, técnica e segurança levaram o time até a final. Menção honrosa para Paulo “Dibre”, que justificou o apelido e fez o melhor “dibre” do campeonato.

Destaque negativo: o uniforme. Era algo tão feio, mas tão feio, que chegava a ser bonito. Parabéns aos estilistas da equipe, nunca esqueceremos esse momento trágico.

O que é isso, rapaz? Na final, Rafael “loco” Borelli mostrou porque é louco: discutiu com duas crianças na beira do gramado e fez dancinhas comemorativas quando seu time encostou no placar. As crianças estão bem.

 

APADEP acertou na mosca

Mais um “quase” para o time do quase

 

IV concurso 02

O palpite da APADEP foi “mais justo que a calça do Augusto”: o IV concurso não passou vergonha e também não foi campeão.

Uma campanha com uma vitória e uma derrota, um bom jogo e outro mais ou menos. Jonas foi bem, o presidente Augusto pegou muito e Douglas foi artilheiro no primeiro jogo. Mas no segundo jogo o time caiu demais e mais uma vez Bruno “quase gol” Parise decepcionou.

Destaque positivo: Daniel Mobley. Jogou bem? Mais ou menos. Mas é pai de gêmeos e teve que viajar até o Rio de Janeiro para deixar a esposa e as crianças com seus pais e do Rio foi até Jundiaí para defender o IV concurso. DOZE HORAS DIRIGINDO, entre as 6 da tarde de sexta e as 6 da manhã de sábado. Épico!

Destaque negativo: ele, sempre ele, Danilo Caetano. Foi expulso de forma infantil e prejudicou seu time no melhor momento da partida. Já não é a primeira vez e pelo visto não será a última.

O que é isso, rapaz? Guilherme Mineiro implorou para ser expulso. Pediu para tomar cartão e foi sumariamente ignorado pelo juiz. A certa altura o árbitro disse “você quer ir tomar chopp gelado, não é malandro? Vai ficar aí no sol quente, não te expulso de jeito nenhum”. E não expulsou mesmo.

 

Que decepção!

Favoritaço ao título, V concurso fica pelo caminho

 

 

Aqui a APADEP errou feio, errou rude. O V concurso, franco favorito ao título, não subiu nem no pódio. A culpa é de quem?

Difícil apontar um responsável, mas o gramado fofo (um pasto!) prejudicou muito um time que joga com a bola no pé. Juliano não conseguiu correr e os passes não saíam como nos treinos. Foi uma lástima.

Fica agora a expectativa por uma melhor atuação em 2020, pois material humano não falta.

Destaque positivo: Edgar, um dos goleiros mais tranqüilos da carreira, novamente teve uma participação discreta. E isso é bom? No caso dele, sim, pois é um verdadeiro “Dida” da Defensoria, pouco espalhafatoso e muito eficiente. Pegou todas as possíveis e deu serenidade ao time.

Destaque negativo: disputa pela faixa de capitão. Bruno (Campinas), João (Barra Funda) e Filipe (Guarulhos) são capitães de suas regionais na Supercopa. Na reunião do time do V, ninguém sabia quem lideraria a equipe. Resultado: o barco ficou à deriva.

O que é isso rapaz? Antes de começar o jogo, Bruno decidiu que o time jogaria numa formação defensiva, com quatro jogadores atrás e Juliano na condição de Robinson Crusoé no ataque. Diogo discordou e disse que deveriam entrar com o quadrado mágico (ele, Monzani, Juliano e Bruno) tendo apenas Rafael Poliglota atrás, dando espetáculo. Venceu Diogo, perdeu o time.

 

Campeão moral!

VI concurso coloca o time em campo e emociona a torcida

Foi lindo quando eles entraram em campo. Um bonito uniforme com um belo cão vagabundo no peito. Era apenas essa a meta deles: estar no gramado.

Os heróis sem capa do sexto concurso ainda trouxeram de volta Danilo, o Aranha Negra. Não dá para descrever a emoção de ver aquele uniforme preto de volta e aqueles garotos do sexto correndo alegres pelo campo.

O resultado pouco importa, se o torneio aconteceu, eles são os principais responsáveis. Sem esse time maravilhoso, teríamos apenas mais um jogo de playball. Obrigado, mitos!

Destaque positivo: Professor Júlio. Dedicado às aulas, ministrou seu curso pela manhã, foi até Jundiaí, voltou para a capital e fez o Dia “D”. Se no campo seu desempenho não foi espetacular, na aula acertou simplesmente 84 das 88 questões que seriam aplicadas no domingo. É o Walter Mercado da carreira.

Destaque negativo: Giancarlo “da Maromba”. Decepcionou na hora de draft, deixando de lado Kaká por acreditar que o craque do litoral estava em fim de carreira. Já no primeiro jogo foi massacrado pelo artilheiro litorâneo e aprendeu que com draftado não se brinca.

O que é isso, rapaz? Teve até mala branca no torneio. Na última partida, dependendo do VI concurso para ir à final, um representante famoso do IV concurso ofereceu duas caixas de Skol beats para outro famoso integrante do sexto concurso, que ama a bebida em tela. O resultado não veio e só sobrou ao garoto do sexto o chopp artesanal de Jundiaí.

 

Súmulas – Interconcursos

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